VANESSA DE OLIVEIRACOISA GRANDEE PRETA19/07/10 às 09:21 |
Tinha uma época que eu fazia anal em quase todos os meus clientes. EU NELES, é claro! Se nunca haviam feito, dizia-lhes que era uma boa oportunidade para experimentarem: - Eu sou garota de programa, aceito tudo e não vou contar para ninguém. Confia em mim, você vai gostar, vai, deixa eu botar, só um pouquinho... Cliente fingia que nunca tinha tido vontade e que estava experimentando só porque eu estava o persuadindo e eu fingia que acreditava. Se não era a primeira vez, aí é que ele fazia mesmo, porque a grande maioria que experimenta, GOSTA! Fiz uma descoberta sobre um diferencial na anatomia do homem e da mulher. Na região anal, eles têm um maior número de inervações, e há um nervo que percorre todo o comprimento do pênis, seguindo em direção ao períneo. É por isso que eles sentem mais prazer naquela região. Percebi que homossexualismo é um conceito que vai muito além do que “o homem dar o rabo”, pois ele pode sentir prazer com isso, receber sexo anal e não ser homossexual. Eu digo que um homem é homossexual a partir do momento em que ele sente atração por outro homem e fica excitado só com a presença física masculina. Portanto, eu “comer” um cliente meu não implica dizer que o mesmo seja “veado.” O mesmo servia para mim. Eu saía com casais e transava com as mulheres, mas não me sentia homossexual, apenas tive contato com elas. Foi um contato profissional, mas não deixava de fazer o serviço. Não me considerava homossexual porque não sentia atração física por elas. As meninas pegavam no meu pé, dizendo que eu contribuía para o aumento do homossexualismo em Balneário: - Essa não é a minha intenção, só estou tentando economizar energia. Lembram-se da nossa filosofia de trabalho? Mais dinheiro, em menos tempo e com o mínimo de esforço! Só estou seguindo a receita do lucro garotas. Mas nem sempre eu conseguia seguir essa filosofia á risca.... Uma vez deu um trabalhão enorme atender um cliente. Ele queria duas mulheres para ele e deixou claro de início, no telefone, que gostava de penetração. Franco, bem assim ele falou: - Adoro que cutuquem o meu rabo, tu faz gostoso? - Eu respondi: - E como !!!! Verdade, fiz tanto que virei especialista no assunto de “marcha ré deles.”
Então chamei minha melhor amiga, a Sol, e fomos rumo ao motel em que ele nos esperava. Chegamos, beijinhos daqui, beijinhos dali, pagamento feito, tiramos a roupa e começamos a brincadeira. Como eu já sabia da sua pretensão, fui pegando o meu vibrador e me posicionando atrás dele, enquanto ele começava a fazer um oral na Sol. Ela lá, bem quietinha, olhando para o teto, com cara de paisagem. O cliente era enorme e portanto deduzi que o vibrador deveria se á altura... Peguei o meu maior vibrador e coloquei nele. ENTROU MUITO FÁCIL!!! Tá certo que ele era um cliente enoooooorme, com quase dois metros, mas a folga ainda era muito grande. Peguei, então, um segundo vibrador e arrisquei colocar nele os dois juntos, para ver qual era a dele. Tudo bem, confesso que, na verdade eu estava era um pouco curiosa para ver até onde as coisas poderiam chegar e ainda não tinha feito dessa, aproveitei para experimentar e ver o resultado da experiência. ELE DEIXOU e eu ME APAVOREI. Liguei os dois vibradores, mas parecia que eles não faziam nem cosquinha nele. Fiquei ali, segurando e sentindo que toda aquela vibração era em vão. Abri a Maleta Félix, atrás de mais alguma coisa e vi meu chicote de sadismo. Ele é mais para um fetiche, mas tem cliente que gosta. Passei a dar umas surrinhas no cliente, nada muito forte. Com uma mão empurrava a base dos dois vibradores lado a lado para dentro e com a outra girava no ar o chicote e surrava o cliente. Ele desistiu do oral na minha “amiga paisagista” e resolveu começar a comer a Sol. Antes, virou-se para mim e disse: - Vai ali, na cadeira e pega o brinquedo que eu trouxe de casa para mim, prefiro aquele meu, estou mais acostumado. Fui até o cantinho do quarto, aonde estava a cadeira, ambiente era escuro e então apalpei o embrulho: ERA UMA COISA ENORME E PRETA!!!!!!! Puxei-a em direção à luz que vinha do banheiro, porque o quarto estava na penumbra, e vi um maxi vibrador. Era tão grande, que eu nem sabia o que dizer. Levei-o até a cama e mostrei-o à Sol. Ela ficou de olho arregalado. Para disfarçar, eu disse: - Que legal... Juro que o comprimento do “acessório” era o de três latas de cerveja, uma em cima da outra, pois o eu medi com as latas de refrigerante que havia no quarto, e que a espessura dava uma garrafa de vidro de cachaça. Uma coisa absurda. Ainda por cima, era preto com a cabeça rosadinha e tinha uma cinta, para que o penetrador o usasse durante a relação. Não tive coragem de vestir a cinta. Quem mais teria usado aquilo? Segurei AQUELA COISA GRANDE E PRETA com uma toalha, nada de botar a mão ali. Nos meus vibradores eu usava preservativo para manter a higiene e trocava de preservativo entre um cliente e outro, mas aquele lá não tinha como. Nunca vi no mercado preservativo Extra grande-GGGG, de repente tem na Cidade de Itú, mas em Balneário não, definitivamente não... Comecei então a penetrar o homem, porque o vi se empinar todo, melhorando a posição, como se o rabo dele dissesse: “Venhaaaa...” Fiz e doeu em mim. Eu tive um pouco de dificuldade e encontrei certa resistência, por causa do tamanho. Ele não gemia e não chorava. Tentava comer a Sol a todo custo. Que situação! Numa hora, consegui colocar tudo lá e fiquei a segurar. Como a outra mão ficou livre, passei a chicotear o cliente. A Sol se escondia, embaixo de todo aquele enorme corpo, e, numa hora, errei e acertei nela: “ - AAAAAAIIIII !!!!! Cuidado, loooooouca! Não se esquece de que eu também estou aqui”. Geralmente, quando acontecem essas coisas mais hilárias, nós acabávamos rindo um pouco, mas nessa situação era diferente. Nenhuma de nós achou graça, de tão espantadas que estávamos com O TAMANHO DA COISA. Depois que ele terminou, saiu e foi correndo ao banheiro. Ficou um tempão por lá. Só gritamos: - Podemos pegar chocolate? Ele disse que sim e cada uma pegou um. Deitamos sobre a cama e nem falávamos uma com a outra. A Sol se levantou e foi olhar de perto o pau preto. Fez uma careta, de “morro e não vejo tudo”. Fiquei a me olhar no espelho do teto do motel e a refletir que na vida a gente encontra muitas coisas inimagináveis e que nessa profissão, todo dia era uma caixinha de surpresa e eu nunca sabia qual era o brinquedo que estaria por vir...
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