MAÇONARIALoja Maçônica Abdom Jacob Atallah emite nota de desagravo a Promotoria Pública de Guajará-Mirim30/08/10 às 13:30 |
Loja Maçônica Abdom Jacob Atallah, nº 3185 – Nova Mamoré “É fato certo e incontroverso que a Instituição mais fortalecida pela nossa Lex Fundamentalis de 05.10.88 foi o Ministério Público. Além de ganhar autonomia financeira-administrativa, desvencilhando-se por completo do manto dos outros poderes, o MP passou a ter feição social, sendo responsável pela ordem jurídica, pelo regime democrático e pelos interesses sociais e individuais coletivos. Desde os tempos mais remotos, no Brasil de 1609, em nossa terra mater, quando foi oficialmente instituída a figura do Promotor em nosso ordenamento jurídico, através da criação da Relação da Bahia, tinha o órgão estreitas ligações com o Poder Executivo, incumbindo-lhe, naquela oportunidade, a missão de Procurador da Coroa — espécie de fiscal de tributos.”CRISTIANO CHAVES DE FARIAS Promotor de Justiça no Estado da Bahia, http://artigos/pjresid.htm. Bem fosse “verdade” o descrito pelo nobre Promotor Baiano as coisas poderiam ser diferentes aqui. O que acompanhamos nos últimos dias foi uma completa ação as estribeiras da Lei, a Promotoria de uma Comarca tem o dever mais que ninguém de conhecer os anseios e problemas sociais, ou a teoria descrita acima não se esmera em nenhum valor, mas atentamos ao fato, a mais de 20 (vinte) anos universitários de Nova Mamoré vivem as mendigas de “caronas” para poderem cursar um nível superior em uma das cidades que deram origem a este prospero Estado, todos somos cientes desta situação, seja ela de qual esfera jurídica, e graças ao Supremo Arquiteto do Universo nunca tivemos neste período nenhuma ação desagradável, “até então”, que envolvesse algum universitário em ato controverso a Lei, mais o fato é que Advogados, Administradores, Professores Pedagogos, Policiais, Autônomos, que neste filho de Guajará-Mirim residem já passaram por este processo de penúria de ter de se deslocar 42 Km (quarenta e dois quilômetros) diariamente para a conclusão de um curso superior. Falta se faz um Promotor ou Juiz de Direito nesta comunidade que tão gentilmente cederam horas de suas folgas para cumprirem horas/aulas neste campus de Guajará-Mirim só com o propósito de terem o privilégio de estarem compartilhando os vossos conhecimentos e puderem retribuir aquilo que a vida acadêmica e cidadã de um modo geral lhes ensinaram, e que puderam vivenciar esta labuta diária dos acadêmicos de Nova Mamoré. A Maçonaria uma entidade de carácter universal, cujos membros cultivam o aclassismo, humanidade, os princípios da liberdade, democracia,igualdade, fraternidade e aperfeiçoamento intelectual, não poderia virar as costas para ações absudas como esta das acontecida com Academicos de Nova Mamoré. A Senhora Promotara poderia muito bem ter anotado o número e a placa do veiculo oficial que gentilmente deu carona aos Academicos e gentilmente solicitar ao oficial dos mesmos um esclarecimento dos fatos. Temos ciência que não e de agora que a Promotora reside em Guajará Mirim, será que ainda não deu tempo de ela conhecer sua Comarca, ou será que é despresivel um Promotor Publico conversar com os cidadãos, acredito, ou melhor, tenho certeza que a Promotora ao passar por Nova Mamoré já tenha vistos Universitarios pedindo carona, pois o horario citato em todas as reportagens e por ultimo na Nota do MP do dia 27/10/2010 no sitehttp://www.omamore.com.br/wordpress/?p=17802, vimos a crer que a Promotara estava em diligencia neste municipio ou no minimo passando por ele e consequentimente por outros Universitarios socilitando auxilio para chegarem a UNIR/GM. Com todo respeito ao Promotor de Justiça Matheus Gonçalves Sobral que atendeu ao grupo no dia da passeata, mas não vamos “tapar o sol com a peneira”, fazendo uma mera alusão a Escrituras das Escrituras (Jo 8, 1-11) “atire a primeira pedra o servidor publico em retorno a Guajará Mirim que não tenha dado carona a Universitarios”, tirem suas vidraças da frente da Promotora. Analisemos o fato na esfera Juridica, por ai pergutamos? porque processos demoram a ser julgados?, questão “futil e banal”, que vai entrar pra fila de ações que Juizes deverão analisar perdendo tempo e possivelmen tirar de ação Policiais que deveriam estar combatendo o crime organizado enquanto perdurar a ação Civil/Criminal. O fato e claro agentes do Ministerio Publico sem conhecimento social nemhum da sociedade que representam, pois os mesmos, ou melhor a mesma, deve se lembrar que o MP não e um quarto Poder e sim um Poder complementar. A Ordem Maçonica de Nova Mamoré, entidade que busca a melhoria e igualdade social solicita ao MP de Guajará-Mirim em especial, respeito e trato com esta população que a cada dia e mais colocada a marginalidade do Estado, covidando os mesmo a sairem de seus gabinetes e conhecerem realmente o que precisa ser combatido aqui. Veneravel Mestre Edivan Siva de Oliveira – CIM 208802
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