Porto Velho, 21 de Maio de 2012

SEXO

Bons tempos de colégio

Tudo começou no meu primeiro ano de Magistério. Ainda novo e acostumado com o ritmo das festas fui trabalhar em uma escola da zona Norte, o turno noturno, trabalhando com a disciplina Língua Portuguesa, no Ensino Médio.

13/01/10 às 10:25 | maskate
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Tudo começou no meu primeiro ano de Magistério. Ainda novo e acostumado com o ritmo das festas fui trabalhar em uma escola da zona Norte, o turno noturno, trabalhando com a disciplina Língua Portuguesa, no Ensino Médio. Eu era noivo na época e a minha aliança no lado esquerdo chamou muito a atenção das minhas alunas.  Tenho 35 anos hoje e na época tinha 23, portanto, na Flor da Idade. No 2º ano conheci duas alunas que estudavam na mesma sala e uma delas falou que a outra tinha um interesse por minha pessoa, mas não sabia como chegar até a mim.

 

Optou por ficar na dela e a outra não contou duas vezes partiu para cima. Uma semana depois marquei um encontro com ela no Centro. Batemos um ligeiro papo num barzinho e em seguida eu fiz um convite para uma noitada num motel da Joaquim Nabuco. A noite prometia porque na entrada do hotel ela deixou cair a carteira dela e de leve pude ver a sua calcinha minúscula vermelhinha e com um bronzeado de enlouquecer. O meu cacete endureceu e aumentou rapidamente. Entramos no apartamento e parti logo para cima. Ela queria tomar banho, mas eu nem deixei e meti a língua nos seios, enquanto tirava a sua roupa. E ela queria se lavar, mas eu não deixava. Quando ela tirou a calça e ficou só de calcinha eu enlouqueci de vez.

 

Continuei em ritmo intenso o meu serviço e ela ficava cada vez mais excitada. De repente ela começou a me chupar de uma maneira tão gostosa que eu não pude resistir. Gozei na boca e no rosto dela. Finalmente ela pôde ir ao banheiro se lavar e se preparar para o segundo round. Quando ela voltou dei de novo uma lambida no rabo dela. Foi uma chupada na famosa “Cuceta”, a união dos dois melhores locais de prazer de uma mulher. Ela não resistiu e pediu “penetração já”. Não deu outra. Botei o cacete no rumo e mandei bala. Primeiro no toba. Ela dizia que estava doendo, mas pediu que eu não parasse, pois estava bom demais. A nossa aventura sexual foi aumentando. Ela queria me beijar e pediu que eu colocasse na sua racha. Pedido aceito. Tirei o pau do boga e meti na rascheta, toda peladinha e cheirosa. Meu pau não sofreu com isto, pelo contrário, passei a colocar ora no rabo, ora na xana dela.

 

Sem rodeios, disse para ela que queria gozar dentro daquele rabão. Ela ficou de quatro, numa posição que já dava até para gozar. Dei ainda aquela lambidinha básica e mandei ferro. Ouvi aquela voz macia me pedindo para socar o pau até o talo. Era um sonho que eu estava realizando. Mais que depressa, me dou-lhe mais uns sacolejos e gozo e ela também. Para a minha surpresa, ela começa a contrair os músculos internos. Ela tinha “bezerro” no toba e na xana. Os dois pelados caem na cama e esperam a hora de entrar debaixo do chuveiro. De repente, ela pede que eu a chupe de novo. Não pude deixar de botar os olhos e a língua naquela bunda digna de qualquer expectador. Ela se entrega. Ela foi para o quarto e quando eu cheguei lá ela está de quatro de novo. Parece que gostou de me dar o rabo.

 

Foi outro gozo de lascar. Depois demos um sono e fomos para casa. No outro dia no colégio, não falamos nada um com outro, apenas perguntei se ela tinha gostado. Ela sorriu. Conversamos a respeito do assunto. Eu lhe disse que gostei e que estava interessado em continuar a aventura. Pelo jeito ela preferiu não comentar com a outra aluna que estava interessada. Ela realizou um desejo meu, mas eu queria mais. Nós dois iríamos fazer algo mais inacreditável. Transar na sala de aula. Deixei que ela escolhesse o dia. Ela nada disse. Então, um belo dia depois do 5º tempo, ela veio de saia e isso me acendeu o sinal amarelo.

 

Tranquei a sala e tirei o meu pau para fora do calção e mandei que ela me chupasse e depois transamos alucinadamente em cima da mesa do professor. Nisso, alguém bate à porta. Era o vigia doido para trancar a sala e ir embora. O gozo saiu por parte de ambos meio que nas pressas, mas foi tudo muito bom. Nos vestimos e abrimos à porta, o vigia que já era um senhor de idade, percebeu, mas como era um cara bacana e discreto baixou a cabeça e só cumprimentou. Transar na sala não foi o esperado, mas essa aluna foi por muito tempo a minha aluna predileta porque tudo que eu pedia ela fazia e com muito gosto. Todos percebiam a maneira carinhosa com que ela me tratava, até mesmo a minha noiva quando a conheceu percebeu. Quase que eu perco a noiva, mas foi muito bom enquanto durou.

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