SEXOA menina da padaria04/02/10 às 15:14 |
<!-- /* Font Definitions */ @font-face {font-family:Tahoma; panose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4; mso-font-charset:0; mso-generic-font-family:swiss; mso-font-pitch:variable; mso-font-signature:1627421319 -2147483648 8 0 66047 0;} /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-parent:""; margin:0cm; margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:12.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} span.apple-style-span {mso-style-name:apple-style-span;} @page Section1 {size:595.3pt 841.9pt; margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; mso-header-margin:35.4pt; mso-footer-margin:35.4pt; mso-paper-source:0;} div.Section1 {page:Section1;} --> Oi, o que relato a seguir foi verídico e até hoje sinto saudades. Vou usar nomes fictícios, sou Rapha, tenho 1,80m, olhos castanhos, bem apessoado, extrovertido e amoroso. Tudo aconteceu quando ao comprar pão pela manhã, na padaria do Sr. Luiz, uma funcionária nova me atendeu, que funcionária. Clarinha, cabelos castanhos como o meu, corpinho gostoso e bundinha arrebitada e de bom tamanho. Conversa vai conversa vem, ela me disse se chamar Clara. A cobiça por ela foi ao limite, então perguntei se ela tinha namorado, noivo, se era casada ou coisa e tal... respondeu-me que tinha um ficante. Bem, se tem um ficante eu posso ser mais um então. Tracei a estratégia, comecei a verificar a que horas ela saía e pensei: “na próxima eu ofereço uma carona”. Passou-se alguns dias e tomei coragem, fiquei aguardando do lado de fora e ao perceber que ela saía, ofereci uma carona, ela prontamente aceitou. No carro perguntei onde morava, se queria que eu a levasse até sua casa, mas a surpresa foi quando disse que não, que ela queria ir para qualquer lugar menos para casa, estava cedo ainda. Na hora dei seta para o motel. Chegando eu pedi uma suíte (ela merecia), ao entrar nem tive tempo de tirar a roupa direito, ela veio pra cima, como um leão faminto, abriu o zíper da minha calça e começou uma chupeta maravilhosa e enquanto chupava dizia que desde a primeira vez que me viu tinha gamado. Bem, não perdi tempo, tirei o resto da roupa, e a deixei peladinha, desfrutamos de um 69 fantástico. Gozei na boca dela e ela na minha. Após alguns minutos nos refizemos e parti para cima daquela gatinha, lambi gostoso sua grutinha e sem dó enfiei meu cacete, latejando de tesão e só ouvi um urro de dor e prazer, bombei, bombei e aos gritos ela dizia:"me fode, me fode gostoso, quero gritar mais de prazer!". Ouvindo aquilo, meu tesão foi aumentando e explodi em um gozo abundante dentro daquela xoxotinha, ela me unhava as costas e eu apertando sua bunda enfiava mais e mais, fomos para banheira. Após mais alguns minutos eu estava pronto para outra batalha, ela começou a me chupar novamente e disse com uma cara bem safadinha, se eu fosse bonzinho com ela, ela me dava o cuzinho (ainda virgem, segundo ela mesmo disse) fiquei louco e prometi ser o homem mais bonzinho do mundo. Ela então me levou para cama, se colocou de quatro, abriu bem a bundinha e disse: "vem, fode meu cuzinho, gatão!". Rapaz do céu! Aquilo era a visão do paraíso, devagar deu uma lambuzada no buraquinho, melei bem e fui entrando naquele orifício do amor, no começo ela gemeu um pouco mais alto, mas quando estava no meio da penetração, ela deu uma bundada e veio de encontro com minha rola de uma só vez, que delícia ver aquela gata gritando de dor e prazer! Não demorou muito eu gozei gostoso novamente. Descansamos um pouco fizemos mais alguns carinhos e a levei embora. Repetimos a dose mais algumas vezes, depois ela se casou e foi embora, deixando saudades...
Raphael G. – Cidade Nova
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