BRASILQuatro servidores de carreira do Judiciário tomam posse como juízes substitutos do TRT 14ª Região11/01/12 às 08:56 |
São eles: Carlos Antonio Chagas Júnior, Fabrício de Amorim Fernandes, Giselle Bringel de Oliveira Lima David, Jailson Duarte (ex-servidores do Judiciário), José Roberto Coelho Mendes Júnior, Maximiliano Pereira de Carvalho e Daiana Monteiro Santos.
Durante a solenidade de posse, a desembargadora-presidente, Vania Abensur, juntamente com a desembargadora Socorro Miranda e a diretora da Escola Judicial, juíza Isabel Carla Piacentini, deu as boas vindas aos colegas que assinaram o termo de posse no Plenarinho do edifício-sede do TRT. A partir desta terça-feira (10), os juízes iniciarão o VI Curso de Formação Inicial, que contará com o Módulo Regional (60 dias) e o Módulo Nacional (30 dias), através da Escola Nacional da Magistratura – Enamat. Somente após os 90 dias, os novos magistrados exercerão suas funções nas Varas do Trabalho a serem designadas pela Presidência do Tribunal. Perfil
Há pouco mais de dois anos vem se preparando e prestando concursos públicos em todo o Brasil, o qual considerou que o do TRT 14 foi o que mais lhe agradou, tanto pela dignidade da prova, quanto pelo tratamento do pessoal. “Decidi ser magistrado já no início da faculdade. Pra mim, é a mais nobre das profissões, você estar ali julgando os seus semelhantes”, declara. Carlos Antonio revela ainda que uma frase o marcou muito na fase de estudos: “Quando os juízes tiverem medo, nenhum cidadão poderá caminhar livre pelas ruas”. E finaliza: “é o magistrado que vai fazer cumprir as leis, vai tornar efetiva a letra morta da constituição, vai trazer dignidade ao cidadão, por isso que eu quero ser juiz”. ***
A jovem juíza revela que no início da faculdade se apaixonou pelo Direito do Trabalho. “Na época, assisti a várias audiências tanto na justiça estadual, quanto na federal e foi na trabalhista que descobri que era aquilo que iria fazer pra minha vida”, diz.
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“Desde quando ingressei como técnico fui me apaixonando cada vez mais pela Justiça do Trabalho e construindo esse projeto de ser juiz do trabalho. Quando entrei no TST comecei a estudar para a magistratura”, enfatiza. Realizou o primeiro concurso para juiz em 2005 no TRT/SP e desde então veio realizando todos os certames que vinham se abrindo. ***
Em 2005, foi lotada em em dos gabinetes de desembargador onde começou a elaborar votos. “Foi nesse trabalho que encontrei a realização profissional e vi que era a área que realmente me agradava e que me completaria profissionalmente”, declara. Giselle afirmou que para passar no concurso para a magistratura trabalhista vinha estudando focada desde a faculdade, e a partir de 2009, intensificou os estudos na área. Em agosto de 2010, tentou o primeiro concurso no TRT/SP.
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Durante sua trajetória na JT, exerceu várias funções administrativas e atualmente estava como assessor da Presidência. Desde 2008, vem prestando concursos na área. “Justamente por ser servidor neste longo período, fui adquirindo esse projeto de vida e essa vocação, por estar em contato direto com o Direito do Trabalho”, explica Jailson. ***
“A minha meta sempre foi ser juiz do trabalho na região norte, fosse em RO, AM ou PA”, revela. Sua paixão pela magistratura nasceu já na primeira audiência trabalhista que presenciou. “Na época, pedi permissão à juíza para participar e ela com muita urbanidade e autoridade me autorizou. Daquele momento em diante, tive certeza que queria exercer a mesma função que ela”, conta. Esta não foi a primeira vez que prestou um concurso para a área em Rondônia, a primeira foi em 2008, de três tentativas, fora as provas feitas em outros estados. “Passei a vida inteira cultivando esse sonho, essa vontade de ser juiz do trabalho, até conseguir chegar até aqui”, comemora Júnior. *** Outro atuante da advocacia, Maximiliano Foram três anos e nove meses de preparação para conseguir uma aprovação. “É algo que trago desde a infância, quando procurei descobrir qual seria a minha vocação. Cheguei a conhecer outras profissões, mas ir ao TRT foi algo que me impactou e cheguei a conclusão de que a magistratura era o meu caminho”, finaliza. |
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